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terça-feira

                                        LOUVANDO A DEUS EM MEIO A DOR

"E, havendo-lhes dado muitos açoites, os lançaram na prisão, mandando ao carcereiro que os guardasse com segurança. O qual, tendo recebido tal ordem, os lançou no cárcere interior, e lhes segurou os pés no tronco. E, perto da meia-noite, Paulo e Silas oravam e cantavam hinos a Deus, e os outros presos os escutavam. E, de repente, sobreveio um tão grande terremoto, que os alicerces do cárcere se moveram, e logo se abriram todas as portas, e foram soltas as prisões de todos." (Atos 16:23-26).
Paulo e Silas estavam na Macedônia quando encontraram uma jovem que estava possessa por um espírito de adivinhação. A Bíblia narra que essa moça dava muito lucro aos seus senhores. Paulo expulsou aquele espírito maligno. Quando os donos da jovem escrava viram que seu lucro iria embora, criaram uma confusão e conseguiram que eles fossem presos. Perto da meia-noite, Paulo e Silas estavam nus, presos pelos pés, amarrados em um tronco, com as costas ardendo dos açoites que tomaram. Aparentemente, tinham todas as razões do mundo para murmurar. Estavam vivendo sob provação, passando pelo "vale escuro", e o que fizeram? Reclamaram ou murmuraram? Não. Eles oraram e entoaram cânticos de louvor ao Senhor. Aqueles que conseguem se comportar dessa maneira, em meio à provação, sem dúvida, são possuidores de grande saúde emocional.

quinta-feira

A DIREÇÃO ERRADA

Um homem que habitava na bacia do rio Amarelo decidiu ir um dia à bacia do rio Yangzi, situada no reino de Chu.


Todos sabem que o reino de Chu se encontra ao sul; no entanto o homem, ao subir na sua carruagem mandou que esta fosse em direção ao norte.

--Olhe que está na direção errada!--disse-lhe alguém a meio do caminho.--Para ir ao reino de Chu deve tomar a estrada sul e não esta. Está a ir em direção oposta!

Mas o viajante respondeu:

--Não tem importância. Os meus cavalos são possantes e velozes.

--Você pode ter bons cavalos--disse-lhe o outro,--mas olhe que se persiste em continuar nesta direção nunca há de chegar ao reino de Chu!

Retorquiu o viajante:

--Não tem importância. Levo bastante dinheiro comigo.

--Você pode ter muito dinheiro--reconsiderou o outro,--mas entenda que se teima em seguir nessa direção não haverá maneira de chegar ao reino de Chu!

Tornou a replicar o viajante:

--Não tem importância. Eu tenho um excelente cocheiro.

--Bem, faça como quiser,--voltou a aconselhar o outro--mas desde já o previno que quanto melhores forem os seus cavalos, mais repleta for sua bolsa de moedas e mais exímio o seu cocheiro, se você se obstinar em seguir nessa direção vai afastar-se ainda mais depressa do reino de Chu!

MEDIR O TEMPO

De fato, medimos o tempo; mas não o tempo que ainda não existe, nem o que já não existe, nem o que não tem duração alguma, nem o que está passando. Não é, portanto, nem o futuro, nem o passado, nem o presente, nem o que não tem limites que medimos: e, contudo, medimos o tempo.


Se realmente possuímos esse interesse em medir o tempo, é justamente porque o que nele ocorre nos é importante e nos faz mover, nos faz repensar a história e nos reprojeta no presente em direção ao sentido almejado pela alma.

Se o mundo possui uma ordem, então o tempo está sobre esta ordem, pois olhar para o tempo é redescobri-se, é repensar o que se faz em busca do que se é.

A HISTÓRIA DO ERNANI

Certa vez, trabalhei em uma pequena empresa de Engenharia. Foi lá que fiquei conhecendo um rapaz chamado Mauro. Ele era grandalhão e gostava de fazer brincadeiras com os outros, sempre pregando pequenas peças. Havia também o Ernani, que era um pouco mais velho que o resto do grupo. Sempre quieto, inofensivo, à parte, Ernani costumava comer o seu lanche sozinho, num canto da sala. Ele não participava das brincadeiras que fazíamos após o almoço, sendo que, ao terminar a refeição, sempre sentava sozinho debaixo de uma árvore mais distante.


Devido a esse seu comportamento, Ernani era o alvo natural das brincadeiras e piadas do grupo. Ora ele encontrava um sapo na marmita, ora um rato morto em seu chapéu. E o que achávamos mais incrível é que ele sempre aceitava aquilo sem ficar bravo.

Em um feriado prolongado, Mauro resolveu ir pescar no Pantanal. Antes, nos prometeu que, se conseguisse sucesso, iria dar um pouco do resultado da pesca para cada um de nós.

No seu retorno, ficamos todos muito animados quando vimos que ele havia pescado alguns dourados enormes. Mauro, entretanto, levou-nos para um canto e nos disse que tinha preparado uma boa peça para aplicar no Ernani.

Mauro dividira os dourados, fazendo pacotes com uma boa porção para cada um de nós.

Mas, a 'peça' programada era que ele havia separado os restos dos peixes num pacote maior, à parte.

- Vai ser muito engraçado quando o Ernani desembrulhar esse 'presente' e encontrar espinhas, peles e vísceras!,

- - disse-nos Mauro, que já estava se divertindo com aquilo.

Mauro então distribuiu os pacotes no horário do almoço.

Cada um de nós, que ia abrindo o seu pacote contendo uma bela porção de peixe, então dizia: - Obrigado!

Mas o maior pacote de todos, ele deixou por último.

Era para o Ernani.

Todos nós já estávamos quase explodindo de vontade de rir, sendo que Mauro exibia um ar especial, de grande satisfação. Como sempre, Ernani estava sentado sozinho, no lado mais afastado da grande mesa.

Mauro então levou o pacote para perto dele, e todos ficamos na expectativa do que estava para acontecer.

Ernani não era o tipo de muitas palavras. Ele falava tão pouco que, muitas vezes, nem se percebia que ele estava por perto. Em três anos, ele provavelmente não tinha dito nem cem palavras ao todo.

Por isso, o que aconteceu a seguir nos pegou de surpresa. .

Ele pegou o pacote firmemente nas mãos e o levantou devagar, com um grande sorriso no rosto.

Foi então que notamos que seus olhos estavam brilhando.

Por alguns momentos, o seu pomo de Adão se moveu para cima e para baixo, até ele conseguir controlar sua emoção.

- Eu sabia que você não ia se esquecer de mim

- disse com a voz embargada. Eu sabia você é grandalhão e gosta de fazer brincadeiras, mas sempre soube que você tem um bom coração.

Ele engoliu em seco novamente, e continuou falando, dessa vez para todos nós.

- Eu sei que não tenho sido muito participativo com vocês, mas nunca foi por má intenção.

- Sabem... Eu tenho cinco filhos em casa, e uma esposa inválida, que há quatro anos está presa na cama. E estou ciente de que ela nunca mais vai melhorar.

- Às vezes, quando ela passa mal, eu tenho que ficar a noite inteira acordado, cuidando dela. E a maior parte do meu salário tem sido para os seus médicos e os remédios.

As crianças fazem o que podem para ajudar, mas tem sido difícil colocar comida para todos na mesa.

Vocês talvez achem esquisito que eu vá comer o meu almoço sozinho, num canto... Bem, é que eu fico meio envergonhado, porque na maioria das vezes eu não tenho nada para pôr no meu sanduíche.

Ou, como hoje, eu tinha somente uma batata na minha marmita.

Mas eu quero que saibam que essa porção de peixe representa, realmente, muito para mim. Provavelmente muito mais do que para qualquer um de vocês, porque hoje à noite os meus filhos...

Ele limpou as lágrimas dos olhos com as costas das mãos.

- Hoje à noite os meus filhos vão ter, realmente, depois de alguns anos... e ele começou a abrir o pacote...

Nós tínhamos estado prestando tanta atenção no Ernani, enquanto ele falava, que nem havíamos notado a reação do Mauro.

Mas agora, todos percebemos a sua aflição quando ele saltou e tentou pegar o pacote das mãos do Ernani. Mas era tarde demais.

Ernani já tinha aberto e pacote e estava, agora, examinando cada pedaço de espinha, cada porção de pele e de vísceras, levantando cada rabo de peixe.

Era para ter sido tão engraçado, mas ninguém riu. Todos nós ficamos olhando para baixo. E a pior parte foi quando Ernani, tentando sorrir, falou a mesma coisa que todos nós havíamos dito anteriormente: - Obrigado!

Em silêncio, um a um, cada um dos colegas pegou o seu pacote e o colocou na frente do Ernani, porque depois de muitos anos nós havíamos, de repente, entendido quem era realmente o Ernani.

Uma semana depois, a esposa de Ernani faleceu.

Cada um de nós, daquele grupo, passou então a ajudar as cinco crianças.

Graças ao grande espírito de luta que elas possuíam, todas progrediram muito: Carlinhos, o mais novo, tornou-se um importante médico. Fernanda, Paula e Luisa montaram o seu próprio e bem-sucedido negócio: elas produzem e vendem doces e salgados para padarias e supermercados. O mais velho, Ernani Júnior, formou-se em Engenharia; sendo que, hoje, é o Diretor Geral da mesma empresa em que eu, Ernani e os nossos colegas trabalhávamos.

Mauro, hoje aposentado, continua fazendo brincadeiras; entretanto, são de um tipo muito diferente: ele organizou nove grupos de voluntários que distribuem brinquedos para crianças hospitalizadas e as entretêm com jogos, estórias e outros divertimentos.

Às vezes, convivemos por muitos anos com uma pessoa, para só então percebermos que mal a conhecemos. Nunca lhe demos a devida atenção; não demonstramos qualquer interesse pelas coisas dela; ignoramos suas ansiedades ou seus problemas. Que possamos manter sempre vivo, em nossas mentes, o ensinamento de Jesus Cristo:

Como Eu vos amei, amai-vos também uns aos outros.
(João 13,34)

Repasso a história de Ernani, para que vejamos se não somos um pouco como Mauro e seus companheiros.
Se formos... por favor, há tempo de mudar sem dor.
Eu não sei se a história é real.
Eu sei que serve de Lição para a vida.



AVAREZA

Conta uma história que havia dois mendigos que cresceram juntos e eram amigos inseparáveis. Desde criança nunca se separaram e agora, idosos, viviam correndo o mundo. Certo dia, passaram perto de uma ponte e viram uma corrente se desenterrando bem no barranco do rio e, como os mendigos vivem fuçando aqui e ali, eles acabaram desenterrando a corrente e puxaram-na com força.


Na ponta da corrente, de dentro do rio, apareceu um baú enorme, contendo um tesouro muito grande. Depois de muito festejar, eles combinaram que iriam repartir o tesouro meio a meio.

Quando ambos foram carregar as suas partes, não agüentaram, pois há muito dias não se alimentavam e estavam fracos. O que parecia mais esperto dos dois teve uma idéia:

- Ora, amigo! Nós agora somos imensamente ricos. Pegue um pouco de ouro, vá até a cidade e compre comida para nós. Eu ficarei cuidando de nosso tesouro.

O outro não achou má idéia, porém, ao sair, teve um pressentimento: - E se ele fugir com o tesouro? Não, ele não vai fazer isso... somos amigos há muitos anos!

Foi-se para a cidade e à tardinha voltou trazendo uma refeição forte e gostosa para o amigo. Viu o tesouro mas não enxergou o amigo. Onde estaria? Depois de chamá-lo pelo nome várias vezes, ele apareceu traiçoeiramente com um punhal, que cravou bem sobre o coração do amigo.

Seus olhos brilharam.

- Agora o tesouro é só meu. Se antes eu podia comprar dezenas de casa com a metade, agora posso comprar uma cidade inteira com tudo.

Toda aquela maquinação contra o amigo, causara-lhe mais fome ainda. Apanhou a comida que o amigo trouxera e comeu à vontade. Descansou um pouco, apanhou o baú com o tesouro e foi-se. De repente, sentiu-se mal. A sua visão escureceu-se e ele tombou morto, espalhando aquele tesouro no terreno arenoso.

Conclusão: o amigo havia tido a mesma idéia que ele, de ficar com todo o tesouro, por isso colocara veneno na comida. O avarento sempre tem um fim trágico.





O HOMEM QUE NÃO ACREDITAVA

Certa vez, viajavam em seus respectivos automóveis, dois homens pela mesma estrada. O primeiro, ao chegar a um determinado lugar, notou que o mesmo estava em reparo. Havia uma placa com a inscrição: "Trânsito impedido", indicando uma estrada de rodagem, à direita. O viajante, sem qualquer demonstração de contrariedade, naturalmente virou à direita e continuou sua viagem, voltando em seguida para a estrada indicada. Pouco tempo depois, o outro viajante chegou, leu os sinais, fechou a cara, zangou-se, pronunciou ofensas nas consequências. Parou então o seu automóvel, tirou do caminho o anúncio de trânsito impedido e tocou o carro para frente. Encontrou-se com os trabalhadores que gritaram, insistindo que voltasse. Este intruso, no entanto, abanando a mão disse: - Passo, de um jeito ou de outro. Prosseguindo um pouco mais, encontrou lama e uma roda atolou-se num buraco fundo; penetrando mais para dentro, deparou-se com um lamaçal e um burranco caindo, onde viu, afinal, que lhe era impossível passar. Com muita dificuldade, virou seu carro. Na volta, porém, quebrou uma peça, de maneira que o carro veio a parar exatamente na divisão das duas estradas. De lá foi preciso que o cabeçudo voltasse a pé até o caminho, e por um telefone pedisse à oficina um mecânico para consertar o automóvel. A nossa vida tem muitas voltas e baldeações. Depois de muitos dias de boas viagens e de grandes progresso, repentinamente, esbarramos com um trânsito impedindo. Temos, então, que parar ou virar para o outro lado, muitas vezes nos desviamos de boa estrada estreita, escabrosa e cheia de dificuldades. Vamos, no entanto, obedecer a orientação do nosso Guia, que nunca nos abandonará.

TEMPERAMENTO

Certa vez, um aluno da Escola Bíblica Dominical disse ao professor: - Tenho um temperamento terrível! Mas, até certo ponto, devo ser desculpado porque o herdei de meu pai. O professor então perguntou: - Você é nascido de novo? - Sim! Estou certo que sou. - É nascido de Deus? Deus é seu pai? - Sim, é meu pai. - E que qualidade de temperamento você herdou quando nasceu de novo?

ENGANOSO É O CORAÇÃO

Há alguns anos foi exposto em Londres um quadro que causou sensação. Visto de longe, o quadro mostrava um monge numa profunda e piedosa meditação; mas, contemplado de perto, descobria-se que o monge estava ocupado em espremer um limão dentro de um copo.

Esse quadro é uma ilustração perfeita do coração humano: visto de longe parece bom, nobre, honesto, altruísta e justo, porém, contemplado de perto, está cheio de pecado e veneno. Esta é a condição do coração do homem não regenerado pelo Espírito Santo.
Certo dia, um rabino perguntou aos seus discípulos qual seria melhor de se trilhar o caminho reto. Um dos discípulos disse: - Adquirindo bom senso. Um outro ajuntou: - Sendo prudente. O terceiro acrescentou: - Sendo sábio. O quarto disse: - Segundo o meu modo de ver, o melhor de tudo seria ter um bom coração!
-É o certo - respondeu o rabino - reunistes na tua resposta tudo quanto os outros têm dito. Aquele que tem um bom coração, é certo de que também possui bom senso, é prudente e também é sábio. Por isso, cada um devia exercitar seu coração na bondade, na lealdade e na mansidão, e assim estaria livre de muitos sofrimentos.
Eis aí porque orar como o salmista: "Cria em mim, ó Deus, um coração puro, e renova em mim um espírito reto" (Sl 51.10).



A MULHER BONITA PORÉM BURRA

Um certo marido vivia dizendo para a esposa: - Você é linda porém burra. Isso durou algum tempo, mas um dia ela zangou-se e lhe disse: - Querido, agora entendi o porque Deus me fez bonita e burra. Deus me fez bonita para você me escolher e burra para eu aceitar e casar-me com você.






O MENINO QUE NÃO FALAVA

Conta-se de um menino que não falou até os cinco anos de idade. Os pais, morrendo de preocupação, levaram-no a inúmeros especialistas, tentando descobrir por que ele nunca dizia nada.

Então, certo dia, sentado à mesa para tomar o café da manhã, ele observou a mãe, e disse clara e distintamente:
- Esta torrada está queimada! A mãe ficou extasiada. Após recobrar-se do choque provocado pela tão inesperada explosão de linguagem, perguntou ao filinho: - Já que você pode falar bem, por que não falou até hoje? - Bem - explicou ele deliberadamente - estava tudo certo até agora

quarta-feira

O CLANDESTINO

Ao levantar vôo, um aviador percebeu que entrara no avião um passageiro clandestino: um rato. E este começou a roer. Imaginando logo os estragos que poderia causar no avião, o aviador resolveu subir a uma altitude maior, uma vez que ratos não sobrevivem a grandes alturas. Feito isto, notou que o rato rolou morto.

Assim também Satanás, o inimigo de nossas almas, não pode subir ás alturas espirituais, abandonando depressa a alma que para lá se dirige. Vá, irmão, e viva assentado nas regiões celestiais, contemplando, de uma posição privilegiada, as tribulações. Lá, o Inimigo jamais poderá destruí-lo.








UMA PEQUENA OFERTA E UM GRANDE RESULTADO!

Diz-se que uma senhora preparava um pacote que enviaria à Índia, quando um garoto apareceu com uma moeda que desejava enviar ao povo daquele país. Com aquele centavo, a senhora comprou um folheto evangélico e o colocou no interior do pacote. Este panfleto chegou ás mãos de um dos chefes da Birmânia que, através da leitura do mesmo, converteu-se ao evangelho.



Mas tarde, esse chefe, depois de experimentar o que a religião de Jesus faz no coração do homem, contou isso a seus amigos, e muitos deles também se converteram.


Em seguida, foi organizada uma igreja no local, a qual pediu um missionário. O resultado final foi de quinze mil convertidos, como fruto daquela pequena oferta.





AH! NÃO POSSO DIZIMAR

Certa vez, um jovem desempregado pediu ao seu pastor que o ajudasse em oração, e prometeu que se Deus o abençoasse, ele passaria a ofertar fielmente o dízimo. O Senhor deu-lhe um emprego.



Seu salário semanal era de 10 dólares, sendo o dízimo de 1 dólar. Deus o fez prosperar, e seu dízimo passou a ser de 7 dólares por semana, e depois 10 dólares. Transferido para outra cidade, ali seu dízimo passou a ser de 100 dólares por semana... E logo 200 dólares.


Passado algum tempo, ele enviou o seguinte telegrama ao pastor: "Venha ver-me". O pastor foi à casa daquele moço, e ali conversaram longamente sobre o tempo passado.

Finalmente o jovem, chegando ao ponto principal da conversa, perguntou ao pastor:


- O senhor se lembra do dia em que eu, orando, prometi a Deus que se ele me desse um emprego, eu me tornaria um fiel dizimista? - Sim, não me esqueci de sua promessa, e creio que Deus também não a esqueceu - respondeu o pastor. - Porém, ouça o que eu vou dizer agora. Quando fiz aquele voto, eu tinha que dizimar somente 1 dólar. Mas agora meu dízimo é de 200 dólares. Já não posso dizimar tanto dinheiro.

O pastor fixou seus olhos no jovem dizimista, e disse-lhe:


- Parece-me que o irmão não está querendo livrar-se totalmente da promessa que fez a Deus. Sua dificuldade em dizimar é proveniente de sua prosperidade. Mas há algo que pode ser feito agora. Podemos nos ajoelhar aqui e pedir a Deus que reduza sua renda para que seu dízimo volte a ser de 1 dólar.





DEUS,JOGA MEUS PROBLEMAS NO MAR!

Havia um irmão que vivia dizendo: - Senhor, joga meus problemas no mar, joga meus problemas no mar...

Um dia Deus respondeu-lhe, dizendo: - Está bem, então pode colocar o calção. Ele era todinho um problema.